Um dos principais nomes do Osasco nas últimas temporadas da Superliga, Natália ganhou a vaga no Grand Prix com as lesões das colegas e se destacou. Em teoria, largaria na frente na briga por posição, mas uma periostite (inflamação na parte externa do osso) na canela esquerda a impediu de treinar com bola desde que se apresentou na seleção, no dia 16 de maio. O treinador, entretanto, faz questão de frisar que a disputa está aberta.
- Não podemos descartar ninguém. A Paula está correndo atrás, trabalhando muito, assim como a (Fernanda) Garay e a própria Sassá.
Eleita a melhor jogadora das Olimpíadas de Pequim, vencidas pelo Brasil, em 2008, Paula Pequeno se diz renovada, tanto física quanto psicologicamente, para recuperar o posto.
- Infelizmente precisei de muito tempo para me recuperar, mas agora estou muito feliz por estar totalmente recuperada. Voltei super motivada e, em tudo que puder ajudar, vou dar o meu máximo. A briga por posição vai ser muito boa. Quanto mais gente boa e em alto nível na mesma posição, evoluímos mais, traçamos mais objetivos e mantermos mais o foco – disse a atleta, que teve uma lesão no tendão de Aquiles.
Mari, que ficou mais de cinco meses de molho após uma cirurgia para reconstrução do ligamento cruzado anterior do joelho direito, voltou na reta decisiva da Superliga e foi campeã da competição com o Rio de Janeiro. Com um trabalho de força específico para evitar a ocorrência de lesões, a ponteira ressalta que, apesar da concorrência em quadra, as esportistas se dão bem fora dela.
- Somos uma equipe na base de muito treinamento, mas também pela convivência.
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